sexta-feira, 14 de julho de 2017

AUTISMO E MEDICAMENTOS: QUANDO É NECESSÁRIO?








A sociedade está se debruçando sobre as pautas que abordam o transtorno do espectro autista. O efeito de tudo isso é o surgimento de dúvidas e mais dúvidas acerca do autismo. Há quem pense que essas discussões fazem parte de uma conscientização por parte das famílias e dos profissionais que necessitam de mais esclarecimentos sobre o tema.
De qualquer maneira, quanto maior for a exposição de ideias e casos relacionados, mais aguçado fica o conhecimento das pessoas em relação ao autismo. Com todo o enfoque dado ao assunto, é comum que pais e responsáveis fiquem em dúvida em determinados pontos, como o momento certo para ministrar medicamentos e até quais devem ser usados.

Antes do remédio, o acompanhamento médico

É importante ressaltar aos pais que antes de se preocuparem com os medicamentos, o acompanhamento de um profissional é a melhor saída. Somente um especialista pode indicar quais serão os passos a serem dados.

Por que é importante respeitar cada caso apresentado?

Os médicos partem da premissa de que cada caso deve ser analisado de forma minuciosa e única. A generalização, no diagnóstico de autismo, é algo que nunca deve ser feito. Embora haja algumas características comumente apresentadas por uma parcela considerável dos autistas, é inegável que cada um tenha algo peculiar associado ao transtorno.

Quais são os receios demonstrados pelos pais?

Como muitos pais vivem cheios de dúvidas, é absolutamente normal que eles também sintam medo acerca dos medicamentos que a pessoa autista deve usar. Os responsáveis pelo paciente podem ter alguma resistência com os remédios pelos seguintes motivos: modificações negativas, efeitos colaterais a curto ou em longo prazo, estímulo de vícios, mudança de personalidade e até o risco de dopar quem se submete às substâncias.

O autismo e a interdisciplinaridade

Um detalhe que jamais deve passar despercebido é o fato de o tratamento do autismo ser interdisciplinar, sendo que a medicação é parte integrante. Isso significa que o paciente deverá passar por algumas etapas imprescindíveis para os resultados esperados. Os eixos que fazem parte do processo são:
– Intervenções psicossociais;
– Intervenções no desenvolvimento;
– Medicação;
– Suporte educacional.
É importante que se saiba como pode ser eficaz o fato de seguir todos os trâmites citados acima, contando sempre com o acompanhamento e o aval dos profissionais. Outro detalhe que vale a pena pontuar é o papel de especialistas das mais variadas áreas: terapia ocupacional, fonoaudiologia, fisioterapia, etc.

Quando e por que o medicamento é necessário?

Vale ressaltar que o uso de medicamento pode ser próprio para reduzir o excesso comportamental, sobretudo aqueles que são prejudiciais ao tratamento: hiperatividade, estereótipos, psicose, distúrbios que influenciam o sono, fobia, entre outros. A intensidade também deve ser acompanhada com total cuidado por parte dos profissionais e responsáveis pelo paciente.
Há indícios bastante relevantes de que os remédios trazem progressos consideráveis para a qualidade de vida da criança, como por exemplo: maior estímulo visual por parte da criança ou adolescente; e socialização.

 Medicamentos mais utilizados

– Risperidona;
– Aripiprazona;

segunda-feira, 19 de junho de 2017

8 Sinais de que Você está DISTANTE de seu Filho

Como anda a sua relação com seu filho? Você demonstra seu afeto, conversa com ele ou está sempre no “piloto automático”? No vídeo de hoje, o dr. Italo Marsili apresenta os 8 SINAIS DE DISTANCIAMENTO EMOCIONAL, na estréia de uma série imperdível sobre afetividade infantil e harmonia familiar.







quarta-feira, 12 de abril de 2017

TDAH na escola : O que fazer? - Live NeuroSaber

 https://www.youtube.com/watch?v=BEEzUjZI4NQ&inf_contact_key=50fa7f606b8c43620e6947e017018f5dd36c65e40b7e02e48b9014c5d9a23a10

Deficiência Intelectual: Sinais e diagnósticos - Live NeuroSaber






https://www.youtube.com/watch?v=8VZXfuh1oCU&inf_contact_key=55c036ca769cb25d918ed639881556a230c4e267955b9ecd05f96160eaa4fdab

Como lidar com crianças com Síndrome de Down?



É sempre desafiador para qualquer clínico, profissional não-médico, agentes e gestores de escolas recepcionar e conduzir pacientes que apresentam problemas de desenvolvimento neurológico. Mesmo sendo uma das síndromes mais comuns e a principal causa genética de deficiência intelectual, a Síndrome de Down (SD) não é exceção. Presente em 1 criança a cada 1000 nascimentos em todo o mundo, esta síndrome continua sendo a mais pesquisada e estudada tanto na infância quanto em fases mais tardias do ciclo de vida humano. Com a melhora das condições sócio-econômicas e o desenvolvimento de tecnologias para condução e inserção social e acadêmica nos últimos 30 anos, estes pacientes atualmente estão se tornando idosos e vem sendo ressaltado na comunidade médica a importância de um planejamento terapêutico que leve em consideração cuidados que devem permear estratégias em todas as fases de sua vida com a finalidade de garantir adequada qualidade de vida a longo prazo.
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Após a confirmação diagnóstica, crianças com Síndrome de Down devem ser incluídas em vários eixos de cuidados e intervenções para assegurar adequado crescimento e desenvolvimento. Devido as suas peculiaridades, esta síndrome pode levar ao comprometimento de vários órgãos e sistemas de funcionamento desde a primeira infância:
1) Alterações cardíacas: presentes na maioria dos pacientes com SD, malformações cardíacas levam a modificações estruturais e no funcionamento deste órgão com variadas consequências para a criança com Down, como dificuldades de ganho de peso e restrição aos exercícios e movimentos;
 2) Problemas hormonais e de crescimento: baixa estatura é uma constante além de problemas hormonais, como hipotireioidismo e déficit de hormônio de crescimento. Também por isto, explica-se a frequente obesidade observada nestes pacientes; assim, é necessário uma alimentação saudável e reposição hormonal para correção destas alterações desde cedo;
3) Risco elevado de infecções e complicações: crianças com SD tem baixa imunidade e costumam ter déficits de fatores imunológicos. Há necessidade, assim, de serem submetidos a esquemas vacinais exclusivos e vigilância constante quando a condutas mais prudentes em caso de virem a desenvolver alguma infecção;
4) Exposição ao desenvolvimento de tumores: eles apresentam risco maior de leucemias e outros tipos de tumores;
5) Problemas cognitivos e comportamentais: todos os pacientes com SD apresentam Deficiência Intelectual nos mais diversos níveis de intensidade e podem apresentar TDAH (40-50% dos casos), Autismo (10% dos casos) e outros transtornos psiquiátricos, como psicoses, TOC e fobias. As escolas, portanto, devem dar o devido suporte com medidas de inclusão e atenção especial;
 6) Problemas ortopédicos e posturais: estes pacientes podem ter sérios problemas posturais e instabilidades de articulações, pois são hipotônicos (“moles”) e precisam ser investigados e observados durante o crescimento a respeito destas anormalidades para que recebam atenção fisioterápica.
 7) Manifestações neurológicas : epilepsias podem ocorrer em 5 a 8% destes pacientes.
Mas não é somente na infância que esta condição preocupa. Com a chegada na velhice, algumas situações devem ser observadas. Trabalhos e pesquisas clínicas apresentadas em 2015 na Primeira Conferência Internacional da Sociedade de Pesquisa em Síndrome de Down (que reuniu 230 profissionais e cuidadores ligados ao tema) tem mostrado que 50% destes pacientes desenvolvem Mal de Alzheimer e o aparecimento é mais precoce (em torno dos 40 anos) e hoje já sabe que a SD é a causa genética mais comum de demências1. Esta evidência tem suscitado mais pesquisas e modelos para se tentar entender a ligação biológica existente entre ambas as condições e como prevenir e cuidar destes pacientes incluídos neste contexto. Mesmo assim, sabemos que a mortalidade destes pacientes é bem maior do que da população em geral devido aos problemas cardíacos, onde os cuidados devem ser redobrados nesta população.

Bibliografia sugerida
1) Delabar JM, Allinquant B, Bianchi D, Blumenthal T, Dekker A, Edgin J, e cols. Changing Paradigms in Down Syndrome: The First International Conference of the Trisomy 21 Research Society. Mol Syndromol. 2016 Oct;7(5):251-261.

 Créditos : NeuroSaber

quarta-feira, 29 de março de 2017

00% gratuito WORKSHOP ONLINE ENTENDENDO AUTISMO, entre os dias 3 e 10 de ABRIL!!!







Em tempos onde a compreensão do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a base para um indivíduo viver com melhor qualidade e saúde em nossa sociedade, é de rápida e extrema importância que pais, professores e profissionais da saúde e educação busquem métodos eficazes para intervir, medicar e agir...
Com base em uma metodologia com fundamentação científica, linguagem simplificada e muita aplicabilidade prática comprovadamente testadas, eu vou te mostrar um caminho completamente novo para se preparar melhor e ser um agente transformador na vida de um autista.
Quem pode participar?
Esse é um WORKSHOP que profissionais das mais diversas áreas da saúde e educação podem participar, e também estudantes ou mães e pais de autistas.
5 Coisas que você irá aprender:
1 - Características básicas do Autismo;
2 - Os mitos que rondam esse Transtorno e que muitas vezes você não sabe;
3 - Entendimento exclusivo e com linguagem simplificada;
4 - Condução de uma criança com TEA;
5 - Testes e avaliações, os tratamentos mais eficazes.
Para não correr o risco de perder essa oportunidade única, garanta sua vaga para ter acesso a todo o conteúdo entre os DIAS 3 E 10 DE ABRIL!!!

sexta-feira, 24 de março de 2017

Como entender alunos com TDAH?

Vamos conhecer um pouco sobre o TDAH nas escolas, como o aluno deve ser tratado e como o professor pode ajudar no tratamento do aluno.
O vídeo apresenta dicas para os professores de como entender os alunos com TDAH e como conduzi-los, não só no ambiente da sala de aula, como também fora dela.
Descubra dicas valiosas para ministrar as aulas e fazer com que o aluno, COM TDAH, consiga evoluir, prestar atenção, e absorver o conteúdo lecionado em sala de aula.





 Créditos: NeuroSaber