segunda-feira, 19 de junho de 2017
8 Sinais de que Você está DISTANTE de seu Filho
Como anda a sua relação com seu filho? Você demonstra seu afeto, conversa com ele ou está sempre no “piloto automático”? No vídeo de hoje, o dr. Italo Marsili apresenta os 8 SINAIS DE DISTANCIAMENTO EMOCIONAL, na estréia de uma série imperdível sobre afetividade infantil e harmonia familiar.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
TDAH na escola : O que fazer? - Live NeuroSaber
https://www.youtube.com/watch?v=BEEzUjZI4NQ&inf_contact_key=50fa7f606b8c43620e6947e017018f5dd36c65e40b7e02e48b9014c5d9a23a10
Como lidar com crianças com Síndrome de Down?
É sempre desafiador para qualquer clínico, profissional não-médico, agentes e gestores de escolas recepcionar e conduzir pacientes que apresentam problemas de desenvolvimento neurológico. Mesmo sendo uma das síndromes mais comuns e a principal causa genética de deficiência intelectual, a Síndrome de Down (SD) não é exceção. Presente em 1 criança a cada 1000 nascimentos em todo o mundo, esta síndrome continua sendo a mais pesquisada e estudada tanto na infância quanto em fases mais tardias do ciclo de vida humano. Com a melhora das condições sócio-econômicas e o desenvolvimento de tecnologias para condução e inserção social e acadêmica nos últimos 30 anos, estes pacientes atualmente estão se tornando idosos e vem sendo ressaltado na comunidade médica a importância de um planejamento terapêutico que leve em consideração cuidados que devem permear estratégias em todas as fases de sua vida com a finalidade de garantir adequada qualidade de vida a longo prazo.
1) Alterações cardíacas: presentes na maioria dos pacientes com SD, malformações cardíacas levam a modificações estruturais e no funcionamento deste órgão com variadas consequências para a criança com Down, como dificuldades de ganho de peso e restrição aos exercícios e movimentos;
2) Problemas hormonais e de crescimento: baixa estatura é uma constante além de problemas hormonais, como hipotireioidismo e déficit de hormônio de crescimento. Também por isto, explica-se a frequente obesidade observada nestes pacientes; assim, é necessário uma alimentação saudável e reposição hormonal para correção destas alterações desde cedo;
3) Risco elevado de infecções e complicações: crianças com SD tem baixa imunidade e costumam ter déficits de fatores imunológicos. Há necessidade, assim, de serem submetidos a esquemas vacinais exclusivos e vigilância constante quando a condutas mais prudentes em caso de virem a desenvolver alguma infecção;
4) Exposição ao desenvolvimento de tumores: eles apresentam risco maior de leucemias e outros tipos de tumores;
5) Problemas cognitivos e comportamentais: todos os pacientes com SD apresentam Deficiência Intelectual nos mais diversos níveis de intensidade e podem apresentar TDAH (40-50% dos casos), Autismo (10% dos casos) e outros transtornos psiquiátricos, como psicoses, TOC e fobias. As escolas, portanto, devem dar o devido suporte com medidas de inclusão e atenção especial;
6) Problemas ortopédicos e posturais: estes pacientes podem ter sérios problemas posturais e instabilidades de articulações, pois são hipotônicos (“moles”) e precisam ser investigados e observados durante o crescimento a respeito destas anormalidades para que recebam atenção fisioterápica.
7) Manifestações neurológicas : epilepsias podem ocorrer em 5 a 8% destes pacientes.
Mas não é somente na infância que esta condição preocupa. Com a chegada na velhice, algumas situações devem ser observadas. Trabalhos e pesquisas clínicas apresentadas em 2015 na Primeira Conferência Internacional da Sociedade de Pesquisa em Síndrome de Down (que reuniu 230 profissionais e cuidadores ligados ao tema) tem mostrado que 50% destes pacientes desenvolvem Mal de Alzheimer e o aparecimento é mais precoce (em torno dos 40 anos) e hoje já sabe que a SD é a causa genética mais comum de demências1. Esta evidência tem suscitado mais pesquisas e modelos para se tentar entender a ligação biológica existente entre ambas as condições e como prevenir e cuidar destes pacientes incluídos neste contexto. Mesmo assim, sabemos que a mortalidade destes pacientes é bem maior do que da população em geral devido aos problemas cardíacos, onde os cuidados devem ser redobrados nesta população.
Bibliografia sugerida
1) Delabar JM, Allinquant B, Bianchi D, Blumenthal T, Dekker A, Edgin J, e cols. Changing Paradigms in Down Syndrome: The First International Conference of the Trisomy 21 Research Society. Mol Syndromol. 2016 Oct;7(5):251-261.
Créditos : NeuroSaber
quarta-feira, 29 de março de 2017
00% gratuito WORKSHOP ONLINE ENTENDENDO AUTISMO, entre os dias 3 e 10 de ABRIL!!!
Em tempos onde a compreensão do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é a base para um indivíduo viver com melhor qualidade e saúde em nossa sociedade, é de rápida e extrema importância que pais, professores e profissionais da saúde e educação busquem métodos eficazes para intervir, medicar e agir...
Com base em uma metodologia com fundamentação científica, linguagem simplificada e muita aplicabilidade prática comprovadamente testadas, eu vou te mostrar um caminho completamente novo para se preparar melhor e ser um agente transformador na vida de um autista.
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sexta-feira, 24 de março de 2017
Como entender alunos com TDAH?
Vamos conhecer um pouco sobre o TDAH nas escolas, como o aluno deve ser tratado e como o professor pode ajudar no tratamento do aluno.
O vídeo apresenta dicas para os professores de como entender os alunos com TDAH e como conduzi-los, não só no ambiente da sala de aula, como também fora dela.
Descubra dicas valiosas para ministrar as aulas e fazer com que o aluno, COM TDAH, consiga evoluir, prestar atenção, e absorver o conteúdo lecionado em sala de aula.
Créditos: NeuroSaber
sexta-feira, 17 de março de 2017
A Psicomotricidade na Educação Infantil: Atividades Práticas
Você já notou alguma vez uma criança que tem movimentos lentos e pesados, que não consegue segurar um lápis direito e que escreve com tanta força que até rasga a folha do caderno?? Além disso, há também aquelas que têm uma dificuldade muito grande de se concentrar em uma tarefa… Já viu uma assim? Se a resposta for não, você precisa observar mais…
Pode ser que uma simples observação em como a criança corre, pula, se movimenta ou faz uma tarefa te faça notar alguma diferença!! Os professores, por exemplo, têm um papel fundamental nessa observação, porque precisam proporcionar subsídios para o seu desenvolvimento. É eles quem precisam ativar a imaginação para criar um elo entre os aspectos psicomotores, cognitivos e sócio afetivos.. isso tudo é o que forma um indivíduo.
A psicomotricidade é fundamental nesse processo.
Assista uma transmissão ao vivo no dia 22/3 às 20:30 (horário de Brasília) como a psicomotricidade ajuda a estimular a aprendizagem e comportamento das crianças de forma segura e eficaz…
Para participar, é só se inscrever aqui: --> INSCRIÇÃO PARA AULA
Pode ser que uma simples observação em como a criança corre, pula, se movimenta ou faz uma tarefa te faça notar alguma diferença!! Os professores, por exemplo, têm um papel fundamental nessa observação, porque precisam proporcionar subsídios para o seu desenvolvimento. É eles quem precisam ativar a imaginação para criar um elo entre os aspectos psicomotores, cognitivos e sócio afetivos.. isso tudo é o que forma um indivíduo.
A psicomotricidade é fundamental nesse processo.
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A aula é 100% grátis e on-line!! Isso mesmo você pode assistir pelo seu computador, tablet ou celular!
Créditos: NeuroSaber
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